[male
vocals] (
Sons
de
trompetes,
confetes
explodindo,
o
som
da
multidão
na
rua)
Ô
abre
alas,
que
eu
quero
passar!
Sons
de
trompetes,
confetes
explodindo,
o
som
da
multidão
na
rua)
Hoje
tem
ditados
que
vão
se
engraçar! (
Sons
de
trompetes,
confetes
explodindo,
o
som
da
multidão
na
rua)
Prepare
a
marchinha,
o
bloco
tá
chegando! (
Sons
de
trompetes,
confetes
explodindo,
o
som
da
multidão
na
rua)
A
vida
é
um
livro
aberto,
mas
eu
não
sei
ler
Deixa
a
vida
me
levar,
pra
onde
eu
não
quero
ver
Quem
tem
boca
vai
a
Roma,
isso
pode
ser
verdade
Mas
se
for
de
metrô,
chega
com
mais
facilidade
A
gente
tenta
ser,
tenta
ser
legal,
Mas
não
tem
jeito,
quando
chega
fevereiro,
tudo
vira
carnaval
Se
Maomé
não
vai
à
montanha
Não
precisa
de
nenhum
sinal
É
porque
trocou
o
frio
da
montanha
Pelo
mar,
pelo
carnaval! (
Sons
de
confete
e
risadas)
Quem
não
deve, ...
tá
tranquilo!
O
amor
é
cego,
mas
a
conta
vem
à
vista!
Se
Maomé
não
vai
à
montanha
Não
precisa
de
nenhum
sinal
É
porque
trocou
o
frio
da
montanha
pelo
mar,
pelo
carnaval! (
Sons
de
trompetes,
confetes
explodindo,
o
som
da
multidão
na
rua)
Nesse
carnaval,
eu
tô
só
sorrindo....
Mesmo
com
os
ditados
errados,...
eu
vou
seguindo.
Se
Maomé
não
vai
à
montanha
Não
precisa
de
nenhum
sinal
É
porque
trocou
o
frio
da
montanha
Pelo
mar,
pelo
carnaval! (
Sons
de
trompetes,
confetes
explodindo,
o
som
da
multidão
na
rua)
Água
mole
em
pedra
dura,
tanto
bate
até
que
fura
Mas
se
a
pedra
for
de
gelo,
vira
logo
uma
mistura
Pra
tomar
com
uma
caipirinha
bem
geladinha.
Se
Maomé
não
vai
à
montanha
Não
precisa
de
nenhum
sinal
É
porque
trocou
o
frio
da
montanha
pelo
mar,
pelo
carnaval! (
Sons
de
trompetes,
confetes
explodindo,
o
som
da
multidão
na
rua)
Enquanto
o
povo
discute,
eu
sigo
no
meu
bloco,
na
minha
linha
Quem
avisa
amigo
é,
diz
o
sábio
senhor
Mas
quem
não
avisa
também
sabe
viver
com
muito
amor.
Se
Maomé
não
vai
à
montanha
Não
precisa
de
nenhum
sinal
É
porque
trocou
o
frio
da
montanha
Pelo
mar,
pelo
carnaval (
Sons
de
trompetes,
confetes
explodindo,
o
som
da
multidão
na
rua)
Ô
abre
alas,
que
eu
quero
passar!
Eu
sou
da
turma
do
deixa
pra
lá! (
Sons
de
trompetes,
confetes
explodindo,
o
som
da
multidão
na
rua)
Quem
não
tem
cão,
caça
com
gato
e
sai
miando
E
quem
tem
pressa
come
cru,
mas
vai
se
virando
Se
Maomé
não
vai
à
montanha
Não
precisa
de
nenhum
sinal
É
porque
trocou
o
frio
da
montanha
Pelo
mar,
pelo
carnaval! (
Sons
de
confete
e
risadas)
Botando
os
ditados
na
ponta
do
coração
Não
leve
a
sério
o
que
o
povo
inventou
O
Carnaval
chegou
e
o
mal
já
se
mandou
Se
Maomé
não
vai
à
montanha
Não
precisa
de
nenhum
sinal
É
porque
trocou
o
frio
da
montanha
Pelo
mar,
pelo
carnaval! (
Sons
de
confete
e
risadas)
Deixa
pra
lá,
deixa
pra
lá!
O
bloco
tá
passando,
e
o
ditado
é
pra
sambar!
Olha
quem
chegou!
Está
no
bloco,
na
passarela,....
MAOMÉ....
Axé,
meu
povo!
Carnaval
é
isso
aí! (
Falar
o
nome
do
autor)
Letra
escrita
por
Mário Cardoso7