[male
vocals] (
Solo
de
viola
caipira
frenético)
Eita,
moda
bruta
que
vai
começar
agora!
Segura
o
brete,
peão!
Não
namoro
mulher
feia
pra
não
arrumar
problema
As
bonita
é
muito
caro,
esse
é
o
meu
dilema
Bota
chifre
e
me
tapeia,
faz
a
vida
um
tormento
Prefiro
a
vida
de
solteiro,
vivendo
o
meu
momento
Se
puxar
briga
comigo
pode
crer
que
vai
cair
Dou
um
boi
pra
não
entrar
e
meu
rebanho
pra
não
sair
Sou
homem
de
palavra,
respeito
o
meu
legado
Quem
mexe
com
o
meu
rumo
sai
logo
derrotado
É
viola
que
chora,
é
a
poeira
que
levanta
Na
fazenda
ou
na
cidade,
a
batida
me
encanta
Não
quero
luxo
falso,
quero
a
vida
verdadeira
Cachaça,
viola
e
lida,
essa
é
a
minha
bandeira
É
viola
que
chora,
é
a
poeira
que
levanta
Na
fazenda
ou
na
cidade,
a
batida
me
encanta
Não
quero
luxo
falso,
quero
a
vida
verdadeira
Cachaça,
viola
e
lida,
essa
é
a
minha
bandeira
Felobé
tá
no
arreio,
o
bicho
é
bruto
e
ligeiro
Trinta
e
oito
na
cintura,
eu
sou
o
dono
do
terreiro
Isso
afasta
os
malandro
e
melhora
na
postura
Quem
olha
pro
meu
jeito
vê
que
eu
sou
de
raça
pura
Quando
vou
na
currutela
o
povo
já
fica
olhando
Meu
cavalo
manga
larga,
o
destino
tô
guiando
Na
lida
ele
é
soberano,
bicho
de
muita
estirpe
Não
tem
quem
segure
o
brio,
não
tem
quem
me
tire
o
pique
É
viola
que
chora,
é
a
poeira
que
levanta
Na
fazenda
ou
na
cidade,
a
batida
me
encanta
Não
quero
luxo
falso,
quero
a
vida
verdadeira
Cachaça,
viola
e
lida,
essa
é
a
minha
bandeira
É
viola
que
chora,
é
a
poeira
que
levanta
Na
fazenda
ou
na
cidade,
a
batida
me
encanta
Não
quero
luxo
falso,
quero
a
vida
verdadeira
Cachaça,
viola
e
lida,
essa
é
a
minha
bandeira
Eu
trabalho
dia
e
noite,
no
campeio
ou
na
enxada
Pra
conta
ficar
mais
gorda
eu
encaro
essa
bocada
A
fazenda
eu
comprei
derramando
o
meu
suor
A
boiada
é
herança
do
finado
meu
avô
Eu
gosto
de
mulher
nova
mas
não
vou
metendo
a
cara
Eu
sei
que
esse
caminho,
no
fim,
só
me
repara
A
vida
de
peão
é
curta,
tem
que
saber
aproveitar
Com
a
viola
no
colo,
ninguém
vai
me
segurar
O
sol
nasce
no
lombo,
o
dia
vem
me
cobrando
Mas
a
vida
é
uma
festa,
tô
sempre
comemorando
Se
a
vida
é
um
cavalo
xucro,
eu
sei
como
montar
Dou
o
laço
com
precisão,
ninguém
vai
me
derrubar
O
mundo
gira
ligeiro,
mas
eu
tô
no
meu
compasso
Trago
a
sorte
na
bota,
o
sucesso
no
meu
passo
Deixe
o
invejoso
falar,
que
eu
tô
é
na
estrada
Construindo
o
meu
império,
na
garra
e
na
jornada
É
viola
que
chora,
é
a
poeira
que
levanta
Na
fazenda
ou
na
cidade,
a
batida
me
encanta
Não
quero
luxo
falso,
quero
a
vida
verdadeira
Cachaça,
viola
e
lida,
essa
é
a
minha
bandeira
É
viola
que
chora,
é
a
poeira
que
levanta
Na
fazenda
ou
na
cidade,
a
batida
me
encanta
Não
quero
luxo
falso,
quero
a
vida
verdadeira
Cachaça,
viola
e
lida,
essa
é
a
minha
bandeira
E
é
desse
jeito,
viola
no
peito!
A
fazenda
é
minha,
o
destino
é
meu!
Moda
bruta,
respeito! (
Solo
final
de
viola
até
sumir)