(Solo
de
viola
caipira
vibrante)
Opa!
Escuta
só
essa
moda,
minha
gente.
No
Brasil
tem
muita
coisa
errada
História
antiga,
estrada
mal
traçada
Ainda
que
os
tempos
dos
coronéis
tenham
passado
O
mal
costume
vive,
tá
bem
disfarçado
Ainda
tem
o
tal
do
voto
de
cabresto
Que
a
consciência
deixa
no
teste,
no
resto
Bora
abrir
o
olho,
firmeza
total
Não
deixa
o
passado
virar
o
presente
atual.
Mas
em
quem
eu
estou
votando,
coronel?
Ele,
com
sua
esperteza,
no
papel
Respondia
usando
o
velho
chavão:
Você
não
pode
saber,
meu
irmão!
O
voto
é
secreto,
guarda
aí
o
segredo
Mas
a
gente
sabe
que
isso
é
medo!
O
voto
é
secreto,
tá
ligado?
Mas
não
seja
bobo
de
ser
enganado.
Lá
nos
tempos
dos
coronéis
de
outrora
Nas
cidades
do
interior,
a
gente
implora
O
voto
tinha
seus
papéis,
suas
leis
Mas
quem
mandava
era
o
senhor
dos
reis
O
coronel,
com
o
povo
sofrido
ao
lado
Sabia
bem
como
deixar
tudo
arrumado: “
Venha
cá,
deixa
eu
lhe
ensinar
Em
quem
você
deve
votar!”
Mas
em
quem
eu
estou
votando,
coronel?
Ele,
com
sua
esperteza,
no
papel
Respondia
usando
o
velho
chavão:
Você
não
pode
saber,
meu
irmão!
O
voto
é
secreto,
guarda
aí
o
segredo
Mas
a
gente
sabe
que
isso
é
medo!
O
voto
é
secreto,
tá
ligado?
Mas
não
seja
bobo
de
ser
enganado. (
Solo
de
viola
melancólico
e
profundo)
É
nóis
que
decide,
o
poder
tá
na
mão
Não
venda
seu
sonho
por
uma
ilusão
O
voto
é
sua
voz,
sua
própria
saída
Pra
melhorar,
de
vez,
a
nossa
vida!
O
cabresto
mudou,
ficou
mais
moderno
Mas
o
objetivo
ainda
é
o
mesmo
governo
Não
caia
na
lábia,
não
siga
o
doutor
Que
só
aparece
por
puro
favor
Olha
o
candidato,
estuda
o
passado
Não
deixe
o
seu
voto
ser
manuseado
Bora
mudar,
com
consciência
e
fé
É
o
Brasil
de
verdade
que
a
gente
quer!
Mas
em
quem
eu
estou
votando,
coronel?
Ele,
com
sua
esperteza,
no
papel
Respondia
usando
o
velho
chavão:
Você
não
pode
saber,
meu
irmão!
O
voto
é
secreto,
guarda
aí
o
segredo
Mas
a
gente
sabe
que
isso
é
medo!
O
voto
é
secreto,
tá
ligado?
Mas
não
seja
bobo
de
ser
enganado.
O
voto
é
secreto,
é
nóis!
Ninguém
manda
no
que
eu
escolho,
vamo! (
Solo
final
de
viola
caipira)
O
voto
é
o
seu
poder.
Firmeza!