A song made by Jean
A song made by Jean
(Opa!) É o ritmo da quebrada, meu parceiro!
Nascido em pleno caos, cotidiano insano e sem fundamento
Precocemente, foi a resistência, referência em sobrevivência.
(Aí sim!) Levava na manha todo desacerto, intriga era galho fraco.
Saudava os antigos lá da Velha Guarda, tudo junto e misturado.
De onde ele vem, lá tudo vira samba, relíquia, herança de Bamba.
Pedindo licença, na palma da mão, ele chega e não desafia!
Segundo veredito, ele não tem nada!
Malandragem cria da quebrada, é herança da vida.
Aprendeu da raiz dessa terra zoada!
Nessa pegada não dá mole nem banca mancada,
Resgatando a essência que lá no passado geral se encantava! (É nóis!)
Jacaré abraça quem não nada? Alerta é certo e não tem conversa.
No jogo do bicho, tenta na cabeça, só que ele não acerta! (Eita!)
Apostava alto, cantava de galo, mesmo sem nenhum centavo.
Pagava de doido, mas quando acertou o cavalo, tudo quitado!
Segundo veredito, ele não tem nada!
Malandragem cria da quebrada, é herança da vida.
Aprendeu da raiz dessa terra zoada!
Nessa pegada não dá mole nem banca mancada,
Resgatando a essência que lá no passado geral se encantava!
Com a mulherada ele não se atrapalha, é convincente com as palavras.
Falou que tem casa lá na Bacutia, tirou onda de rede em Guarápa.
Só que na verdade é tudo balela e ele mora em Vila Velha. (Tá ligado?)
Mas na hora do flerte, fantasia aquela novela, e aí ele leva!
Segundo veredito, ele não tem nada, malandragem cria da quebrada!
Essa é a nossa essência, que geral se encantava! (Uhu!)